Apenas 35% das empresas soteropolitanas que estão obrigadas a oferecer vagas de trabalho a pessoas com deficiência (PCDs) conseguem cumprir a cota de 2% a 5%, estabelecida pela Lei 8.213/91, para empresas que tenham a partir de 100 funcionários em seus quadros.O governo estadual, que mantém um programa de intermediação de mão de obra, comemora o aumento de 116% na oferta de vagas para PCDs no período de um ano, mas admite que a maioria das oportunidades não se reverte em contratações.Um problema que tem duas versões. Enquanto a Superintendência Regional do Trabalho na Bahia cobra mais empenho dos empresários para facilitar a admissão e continuidade no trabalho de profissionais com deficiência, empresas reclamam da dificuldade em encontrar pessoal capacitado para as vagas disponíveis.“Não contratamos pessoas com deficiência. Contratamos pessoas que estejam habilitadas para trabalhar”, afirma a gestora de RH do CCR Metrô Bahia, Cristiane Adad, cuja empresa ainda não consegue cumprir a cota exigida por lei.
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