
As filas em frente às Farmácias de Alto Custo são rotineiras. Pessoas em tratamento e familiares vão em busca de remédios caros e com distribuição gratuita do governo, mas nem sempre os encontram.A capital tem três unidades do serviço: Asa Sul, Gama e Ceilândia. Todas estão com estoques vazios, segundo documentos da Secretaria de Saúde. Na Asa Sul, há 43 ítens em falta. Em Ceilândia e no Gama, 46 em cada.Os remédios com estoque zerado representam 25% dos 200 tipos oferecidos pelo governo. Faltam medicamentos para doenças, como anemia associada à insuficiência renal crônica, medicamento que evita a rejeição de órgãos transplantados, artrite reumatoide, antiasmático, leucemia, doenças inflamatórias do intestino, antidepressivos, tratamento da Doença de Parkinson, para doenças pulmonares, esquizofrenia e para tratamento de distúrbios psicóticos.
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