
Na noite desta quinta-feira, a polícia fechou quatro ruas do Estácio, na Zona Norte do Rio, mobilizou 200 homens do Exército e da Polícia Militar e bloqueou o espaço aéreo para a reprodução simulada dos homicídios de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A reconstituição exigiu uma grande preparação porque foram efetuados disparos com balas de verdade, para que as testemunhas pudessem comparar o som dos tiros.Sacos de areia foram dispostos no chão para absorver os projéteis, e a área foi cercada por plásticos pretos, para impedir a visão de pessoas não autorizadas. Quatro testemunhas que estavam na rua no dia do crime participaram da simulação. Pelo barulhos dos tiros, os policiais queriam tentar confirmar que uma submetralhadora foi utilizada na execução. Até a habilidade do atirador foi discutida, com o objetivo de identificar seu nível de experiência.
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