
O nome de Lulinha surgiu após o depoimento de um ex-sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador do esquema. Segundo o relato, Lulinha receberia uma suposta mesada de R$ 300 mil, acusação negada pela defesa.
Roberta confirmou conhecer Antunes e ter mantido parceria em um projeto sobre cannabis medicinal, mas afirmou ter rompido relações após tomar conhecimento das investigações. Ela também negou viagens com Lulinha e o empresário.
O STF autorizou a quebra de sigilos fiscal e bancário de Roberta e Lulinha. Apesar disso, relatório preliminar da PF informou que ainda não encontrou provas de irregularidades envolvendo a empresária no esquema investigado.
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