
O temporal que atingiu o Rio Grande do Sul entre a tarde de sexta-feira, 1º de maio, e a madrugada de sábado, 2 de maio, deixou um rastro de danos em ao menos 19 municípios. Segundo a Defesa Civil estadual, a chuva intensa provocou alagamentos, bloqueios de rodovias, quedas de árvores e mais de 500 desalojados, com o cenário mais grave em Rosário do Sul, na Fronteira Oeste, onde o volume chegou a 324 milímetros em apenas sete horas.
A crise envolve a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, prefeituras, equipes de emergência e moradores de cidades espalhadas por diferentes regiões do estado. O episódio chama atenção pelo impacto concentrado em poucas horas, pela pressão sobre áreas urbanas e rurais e pelo fato de que o alerta continua mesmo após a redução da intensidade da chuva, já que ainda há risco moderado de deslizamentos e possibilidade de novos temporais isolados ao longo do fim de semana.
O que aconteceu e por que o temporal ganhou dimensão tão grande
O episódio se transformou em uma das ocorrências mais graves do período no estado porque concentrou volumes extremos de chuva em um intervalo muito curto. Em Rosário do Sul, o impacto foi imediato e pesado, com 225 residências atingidas por alagamentos e 512 pessoas desalojadas, que precisaram buscar abrigo em casas de familiares e amigos.
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