A Bahia chegou nesta sexta-feira (1°), a um total de oito mortes confirmadas por dengue em 2024. A informação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Segundo a pasta, a nova vítima da doença é uma mulher de 29 anos, cuja identidade não foi revelada. Ela era moradora da cidade de Barra do Choça, na região oeste, que tem preocupado pela alta incidência de casos. Outras duas mortes haviam sido confirmadas na quinta-feira (29). Os casos foram registrados em Feira de Santana e Vitória da Conquista, municípios que estão em situação de epidemia para a dengue. Em todo o estado, são 64 municípios estão em situação epidêmica. Das outras cinco vítimas, uma foi registrada em Irecê, outra em Ibiassucê, duas em Jacaraci e um em Piripá. Na última segunda-feira (26), a Sesab informou que o estado possui um total de 16.771 casos prováveis de dengue em 2024.
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01 março 2024
13 janeiro 2023
Itabuna promove mutirões para o combate a dengue
A coordenação do Programa de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde promove nesta sexta-feira (13), a partir das 8 horas, mutirões nos bairros Bananeira, Mangabinha, Zildolândia, Fonseca e Pedro Jerônimo contra o mosquito Aedes aegypti, em Itabuna. A ação contou com a participação dos 172 Agentes de Combate às Endemias (ACE), distribuídos nessas localidades. Pelo cronograma de ações para reforçar o combate à dengue, chikungunya e zica vírus em toda cidade, os ACE farão visitas domiciliares para orientar os moradores sobre como eliminar possíveis criadouros de larvas com a limpeza constante de quintais, remoção de vasilhames sem sem e fechando bem as caixas d’ água e reservatórios. O trabalho inclui ainda o bloqueio focal com inseticida em casas onde haja suspeita de casos da dengue em um raio de até 300 metros. Os mutirões serão executados todas as sextas-feiras, de acordo com o cronograma que por meio dos canais oficiais de comunicação da Prefeitura serão divulgados, semanalmente, principalmente porque no verão, com chuva e sol, é muito propício para a proliferação do Aedes aegypti.
28 fevereiro 2018
Surto de dengue ameaça seis regiões do Distrito Federal
Seis regiões administrativas correm risco de ter um surto de dengue, segundo levantamento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF): Fercal, Lago Norte, Lago Sul, Park Way, Sobradinho 2 e Varjão. O estudo aponta que, nestes locais, 3,9% das casas e dos prédios vistoriados pela pasta nos dois últimos meses estão infestados de larvas de mosquitos Aedes aegypti, que transmite também zika, chicungunha e febre amarela.No DF inteiro, a média de imóveis infestados chega a 2,05%, suficiente para colocar as autoridades de saúde em alerta. Na medição anterior, de novembro, o valor era de 0,95%. A pior situação é a de Sobradinho 2. Lá, 11,57% das casas e prédios têm larvas e mosquitos, segundo a análise da Secretaria de Saúde."Precisamos alertar a população de que estamos com aumento na infestação do mosquito", avisou o secretário Humberto Fonseca. Em sete semanas, a pasta detectou 295 casos prováveis de dengue. Fora do DF, no Entorno, a secretaria observou 25 outros casos. Os números dessa série estão 23% abaixos do registrado no mesmo período do ano passado, algo comemorado pela secretaria.
23 janeiro 2018
Casos de dengue crescem em uma semana no estado

Os casos prováveis de dengue em Minas Gerais quase que triplicaram em apenas uma semana. Na segunda-feira passada, boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) apontava para um total de 476 pessoas infectadas em 2018. Nesta segunda-feira, já somam 1.204 registros da doença. Embora, até o momento, seja o janeiro com menor número de contaminações dos últimos nove anos, a população não deve baixar a guarda no combate aos focos do Aedes aegypti. O mosquito é o transmissor da enfermidade, da chikungunya, do zika vírus e, em áreas urbanas, da febre amarela.Até o momento, há um óbito em investigação para dengue este ano. Em 2017, foram confirmadas 15 mortes pela doença, sendo que em janeiro eram 4.815 casos e ao final do ano somavam 28.431 pessoas infectadas. Porém, foi em 2010 que a dengue teve um surto, com 212.543 registros.Já a febre chikungunya também apresentou crescimento expressivo no comparativo do balanço divulgado hoje pela SES-MG e o anterior.
29 novembro 2017
Brasil tem 357 municípios em situação de risco para dengue

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) apontou que 357 municípios brasileiros estão em situação de risco de surto de dengue, zika e chikungunya. Isso significa que mais de 9% das casas visitadas nessas cidades continham larvas do mosquito. No total, 3.946 cidades de todo o país fizeram o levantamento. Os dados foram apresentados pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta terça-feira (28), em Brasília. Na ocasião, também foi lançada a campanha publicitária de combate ao mosquito Aedes aegypti.O Mapa da Dengue, como é chamado o levantamento, teve adesão recorde de municípios para este período do ano, com 3.946 cidades participantes, um aumento de 73% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando 2.282 municípios fizeram o levantamento. Essa ampliação foi possível porque neste ano o Ministério da Saúde publicou uma resolução que tornou obrigatória a realização de levantamentos de infestação pelo mosquito Aedes aegypti.
12 novembro 2017
Governo reforça combate à dengue em período de chuva
Por conta do tardio início das chuvas e com a probabilidade do possível aumento de incidência do mosquito Aedes Aegypti em todo o Distrito Federal, o GDF deve intensificar os trabalhos para combater a transmissão da dengue, bem como do zika vírus e da febre chikungunya.Segundo informações da Vigilância Ambiental, da Secretaria de Saúde, 501 agentes serão enviados para fazer vistoria e dar conselhos a moradores de todas as regiões administrativas do DF. Como de costume, as visitas à domicílio acontecem durante todo o ano. Além dos agentes, cerca de 30 bombeiros complementam a ação. Nas próximas semanas, mais uma campanha será lançada para envolver a população no combate à dengue.A Secretaria também pretende retornar com dois trabalhos de conscientização em 250 escolas pelo DF em conjunto com a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e a Secretaria de Educação, por meio das ações Escola sem Mosquito e Mensageiros da Água.
22 julho 2017
Brasília registra queda de 79,88% em casos prováveis de dengue
Brasília registrou queda de 79,88% nos casos de dengue neste ano no Distrito Federal. Até 15 de julho, o número de casos prováveis da doença eram de 3.931, sendo que, desse número, 482 das pessoas não moram na capital federal. No mesmo período do ano passado, a Secretaria de Saúde identificou 17.139 ocorrências.Os dados são do Informativo Epidemiológico, divulgado nessa quinta-feira (20/7). De acordo com o balanço, em 2017, foram registrados nove casos grave e três mortes na capital federal. Em 2016, esses números foram de 39 e 21, respectivamente.As regiões administrativas que mais apresentam incidências da doença são: Planaltina, Samambaia, Ceilândia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Estrutural, Recanto das Emas e Guará.Mas o mosquito Aedes aegypti também é responsável por outras doenças, como a febre chicungunha e o zika vírus.
16 maio 2017
Campanha contra o mosquito Aedes aegypti será interativa
Vídeos educativos, informações nas redes sociais e um aplicativo para smartphone serão as novas ferramentas utilizadas pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) para auxiliar no combate ao mosquito Aedes aegypti, causador de doenças como dengue, zika e chikungunya.A nova estratégia foi lançada, na manhã desta seg, pelos secretários estaduais da Saúde, Fábio Vilas-Boas, da Educação, Walter Pinheiro, e de Comunicação, André Curvello, em solenidade realizada no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, no bairro de São Marcos.O objetivo é envolver os mais de dois mil alunos da rede estadual de ensino na disseminação de informações sobre as formas de eliminar criadouros do Aedes utilizando uma linguagem próxima a das crianças e adolescentes.Para interagir com este público, a campanha vai divulgar vídeos estrelados por influenciadores digitais em sites como Instagram, Facebook e YouTube.
28 janeiro 2017
Cidades com mais de 2 mil casas terão de fazer busca por ‘Aedes’
Todas as cidades com mais de 2 mil imóveis serão obrigadas, a partir de agora, a fazer o Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes aegypti (LIRAa). O mosquito é transmissor de dengue, zika e chikungunya e foi responsável no passado por infecções de febre amarela em áreas urbanas. A decisão é tomada justamente quando há um surto rural da doença.A medida, publicada nesta sexta-feira, 27, no Diário Oficial da União, estabelece punição para cidades que desrespeitarem a nova obrigação. Elas deixam de receber a segunda parcela de um incentivo, usado exclusivamente para as ações de combate ao mosquito. Até agora, o LIRAa era feito de forma voluntária. No último levantamento, feito no segundo semestre do ano passado, 2.284 municípios participaram, o que representa 62% das cidades com mais de 2 mil imóveis.Febre amarela. Subiu para 101 o número de casos confirmados de febre amarela no País. Do total de pacientes com a doença, 43 morreram.
27 dezembro 2016
Governo atrasa repelente para gestantes do Bolsa Família

Em balanço de 200 dias de trabalho, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta segunda-feira, 26, que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio de 2017 na área de saúde pública. Com a expectativa de fechar 2016 com um crescimento dos casos de febre chikungunya em 627%, o ministro reiterou que o problema é sério porque o mosquito é o transmissor universal de vírus, que começou com a epidemia de dengue, zika e agora chikungunya. "Cada cidadão é responsável pelo combate ao mosquito. Não há força pública capaz de estar em todos os lugares eliminando os focos", disse.O governo previa entregar neste mês os repelentes para as 484 mil gestantes inscritas no programa Bolsa Família, mas atrasos no processo de compra do produto impediram o cumprimento do prazo. "Lamentavelmente a burocracia tem nos atrasado", reclamou o ministro.
12 novembro 2016
Infecção de mosquitos por bactérias pode conter a dengue
A mais promissora das estratégias de combate ao Aedes aegypti é uma bactéria sexualmente transmissível.Wolbachia é uma bactéria que infecta cerca de 60% das espécies de mosquito existentes no mundo, sem ser transmitida para os vertebrados. Infelizmente, na natureza ela não infecta o Aedes aegypti, transmissor de dengue, chikungunya, zika e outras viroses.Digo infelizmente porque, no final da década de 90, Scott O'Neill e um grupo de microbiologistas da Universidade Monash em Melbourne, na Austrália, descobriram que a infecção por Wolbachia interfere com a fertilidade do Aedes e com o sexo de seus descendentes, além de bloquear a reprodução de vírus no organismo do mosquito.Num trabalho de campo conduzido em 2011, o grupo de O'Neill libertou numa cidade da Austrália dezenas de milhares de Aedes aegypti infectados em laboratório pela Wolbachia. Em cinco semanas, 90% dos Aedes selvagens haviam contraído a bactéria. Testes na Indonésia e no Vietnã apresentaram resultados semelhantes.
01 outubro 2016
BH tem mais uma morte por complicações da dengue
O fim do período de estiagem volta a deixar em alerta as autoridades da área de saúde em relação a novos casos de dengue. Na capital, a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) confirmou mais uma morte, desde o balanço de 22 de julho, em decorrência da doença.Os novos dados, divulgados nesta sexta-feira, apontam que somente neste ano morreram quase duas vezes mais pessoas com dengue do que o total dos seis anos anteriores. Segundo a SMSA, estão confirmados 154.984 caos da doença nos nove primeiros meses de 2016, com 49 mortes. Antes disso, somavam-se 25 óbitos em decorrência da doença nos últimos seis anos.Até então, 2013 era o ano com maior número de casos de dengue, com 96.114 registros e oito mortes. Em 2010 também houve surto da doença, com 51.755 pacientes infectados e 15 mortes. No ano passado, foram 17.895 casos de dengue e duas mortes.
25 setembro 2016
Minas tem três vezes mais mortes por dengue neste ano
Mesmo com a queda brusca no número de casos prováveis de dengue nos últimos meses em Minas Gerais, o número de mortes não para de subir. Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que 229 pessoas perderam a vida ao contrair a doença em 2016. A estatística trágica assusta ainda mais se comparada com as do ano passado. O número representa o triplo de mortes de 2015, que contabilizou 76 óbitos.Em 2016, Minas Gerais está vivendo o ano mais fatal da dengue. Para se ter uma ideia, em 2013, quando o estado viveu uma epidemia da doença, foram contabilizados 117 óbitos. Em 2014, foram 51, 2012, 18, 2011, 22, 2010, 106, segundo dados da SES. A Secretaria ressalta que o aumento das mortes não representa alta nas últimas semanas. A confirmação depende de avaliação dos casos enviados pelas pastas municipais que são incluídos no balanço após análise. Então, os números se referem a todo o ano.
20 julho 2016
Mortes por dengue chegam a 193 e alta já é de 150%
A dengue continua sendo uma preocupação para as autoridades da saúde mesmo com a chegada do inverno, período em que tradicionalmente a doença diminui. Isso porque o número de mortes de pessoas picadas pelo mosquito Aedes aegypti já chega a 193, 150% a mais do que o registrado em 2015, quando 76 moradores morreram por causa da doença.Belo Horizonte e Juiz de Fora lideram com o maior número de mortes confirmadas em decorrência da dengue, com 49 e 44 óbitos, respectivamente. Uberaba (8) e Itaúna (6) vêm em seguida. Ainda de acordo com o boletim divulgado pela SES, mais de 54,9% das mortes são de pacientes acima de 65 anos.Analisando o número de notificações da doença, que engloba as confirmações e as suspeitas, é possível notar uma diminuição da incidência ao longo do ano. Na nota, a secretaria ressalta que, dos 527.673 casos prováveis de dengue em 2016, 159.990 se concentraram no mês de março, período de maior transmissão no ano. Em junho, foram confirmados 4.157 casos prováveis e em julho, 228 até o dia 18.
15 junho 2016
Dengue mata 133 este ano em MG
O número de mortes em decorrência da dengue em 2016 é o maior já registrado em Minas Gerais desde que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) passou a monitorar a incidência da doença nos municípios mineiros, em 2008. De acordo com balanço da SES divulgado nesta terça-feira, já são 133 mortes por dengue confirmadas no estado desde janeiro deste ano, das quais 28 foram no período da última semana. Há ainda 192 óbitos em investigação. O maior registro de mortes devido à doença em Minas, até então, havia sido de 117 pessoas em 2013.Mesmo com a chegada do frio, que não é favorável à procriação do mosquito Aedes aegypti, o número de casos prováveis de dengue no estado segue em alta, de acordo com o balanço da Secretaria de Estado da Saúde: em uma semana, o aumento foi de 2,4%, com os registros saltando de 490.474 para 502.385.
25 maio 2016
MG já tem 103 mortes confirmadas por dengue
Já chega a 103 o número de mortes confirmadas este ano em Minas por causa da dengue, segundo balanço atualizado nesta terça-feira pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Na terça-feira da semana passada eram 94 mortes, ou seja, são nove a mais. Juiz de Fora, na Zona da Mata, teve mais vítimas. Foram 23 mortes, quando em Belo Horizonte foram 20.A situação pode ficar ainda mais alarmante se outras 176 mortes em investigação estiverem realmente relacionadas à doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Das mortes confirmadas, 78,6% das vítimas apresentavam comorbidades (doenças associadas) e 48,5% estavam em faixa etária maior que 65 anos.De 1º de janeiro deste ano até a última segunda-feira, Minas registrava 464.264 casos prováveis de dengue (incluindo casos confirmados e casos suspeitos). Ou seja, em menos de cinco meses já são 264.128 casos da doença a mais do que nos 12 meses do ano passado, que fechou dezembro com 196.136 registros.
07 maio 2016
Belo Horizonte tem mais 10 mil casos de dengue
Belo Horizonte registrou mais de 10 mil novos casos de dengue em uma semana. Balanço divulgado nesta sexta-feira pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) aponta que 54.440 pessoas foram infectadas pela doença na capital. No balanço anterior eram 44.176 pacientes. Há ainda 60.565 suspeitas em investigação. Segundo a secretaria, 16 pessoas morreram este ano na cidade por complicação da doença.Das 115.005 notificações de dengue em BH, foram descartadas 11.855, ou seja, 10,3% do total de registro. A regional com o maior número de casos confirmados é a Barreiro, com 12.856 ocorrências, seguida pela Nordeste (9.872) e pela Oeste (5.702).Já os registros de zika este ano na capital mineira somam 38. Há 1.114 notificações ainda em investigação. A regional com o maior número de casos confirmados é a Norte, com 10 ocorrências, seguida pelas regionais Centro-Sul (7) e Venda Nova(6).Ainda, de acordo com o balanço da SMSA, há 37 notificações de microcefalia cuja associação com o zika vírus é investigada em recém-nascidos.
09 abril 2016
Dengue mata mais duas pessoas em Belo Horizonte
Mais duas pessoas morreram em Belo Horizonte devido à dengue, de acordo com balanço divulgado na noite desta sexta-feira pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA). Em uma semana os casos confirmados da doença saltaram de 20.542 para 25.076, aumento de 22%. A média este ano é de 253 pessoas infectadas diariamente.Com as duas mortes, ocorridas nesta semana, já somam 13 óbitos em BH neste ano. Uma das vítimas foi uma mulher de 54 anos, que apresentava diagnósticos de outras doenças, agravadas pela dengue. A outra vítima é um homem de 69 anos, que morreu em decorrência da dengue. Ambos, moradores de Belo Horizonte, faleceram em hospitais públicos.Agora já são 54.924 casos notificados que aguardam resultados, 9,2% a mais do que na sexta-feira da semana passada, quando o número era de 50.276. De um total de 80 mil casos, entre notificações e confirmações, apenas 7.443 foram descartados. O Barreiro é a regional com o maior número de pessoas infectadas pela dengue, com 4.752 ocorrências, seguida pelas regionais Nordeste (4.735) e Oeste (2.950).
30 março 2016
Cai número de pacientes no “QG da Dengue”
A partir de abril, o QG de Combate à Dengue, na Avenida do Cinquentenário passará a funcionar das 7 da manhã às 19 horas. A Secretaria Municipal de Saúde tomou a decisão depois que o número de notificações das viroses provocadas pelo Aedes aegypti, em Itabuna, começou a cair, assim como a procura pelo atendimento que também vem diminuindo dia a dia.O QG, aberto no dia 18 de fevereiro para tratar exclusivamente as vítimas de zika vírus, chikungunya e dengue, funciona num espaço amplo e de fácil acesso e dispõe de laboratório, consultórios médicos, salas de coleta, hidratação e controle, emergência, triagem, farmácia e uma ambulância. Também serve de referência para profissionais de saúde de outros municípios que vêm conhecer a estrutura organizacional e os serviços oferecidos gratuitamente à comunidade. Aberto a pouco mais de um mês, já atendeu pelo menos 23 mil pessoas de Itabuna e da região. Uma equipe de 120 profissionais entre médicos, enfermeiros e técnicos trabalha 24 horas por dia, todos os dias da semana.
21 março 2016
Aedes transgênico vai para centro de Piracicaba
O Ministério Público Estadual (MPE) não vai se opor à expansão do projeto do Aedes aegypti geneticamente modificado para a região central de Piracicaba, no interior de São Paulo. A cidade é a primeira no Estado a adotar o mosquito transgênico para reduzir a população do inseto com potencial para transmitir a dengue, febre chicungunya e zika vírus. O projeto piloto está sendo realizado desde abril de 2015 no bairro Cecap/Eldorado e já reduziu em 82% a quantidade de larvas selvagens, em comparação com bairros onde não foi feita a experiência.Ativistas ambientais entraram com representação no MPE, alegando falta de estudos sobre a transmissão do zika vírus pelo mosquito e, ainda, que a eficácia do Aedes transgênico no bairro não foi demonstrada de forma satisfatória. O projeto é desenvolvido pela prefeitura em parceria com a empresa Oxitec. Empresa e município já prestaram as informações pedida pelo MPE.
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