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Apresentação: Marcos Soares

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20 maio 2018

Políticos arrecadam por meio de financiamento coletivo


Nas eleições de 2018, os candidatos poderão usar, pela primeira vez, uma nova ferramenta para ajudar a bancar as campanhas: os sistemas de financiamento coletivo. Por meio de sites autorizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), eles podem receber doações de apoiadores. Pré-candidatos do Distrito Federal já começaram a divulgar as campanhas para arrecadação. No caso de alguns deles, o modelo será primordial para a consolidação das candidaturas.O pré-candidato do Partido Novo ao Buriti, Alexandre Guerra, conta com iniciativas, já no ar, para conseguir recursos em dois sites. O financiamento coletivo será um dos principais meios de arrecadação da campanha do herdeiro da rede de restaurantes Giraffas. A sigla rejeita o uso de recursos públicos do fundo partidário e vê o sistema de crowdfunding (termo usado para designar esse modelo de financiamento) como uma alternativa. “A gente tem uma grande expectativa nessa linha.

17 maio 2018

Caixa 2 da Odebrecht financiou reforma do sítio de Atibaia


Laudo produzido pelos peritos da Polícia Federal de Curitiba mostra que o dinheiro destinado pela Odebrecht para custeio das obras no sítio de Atibaia, frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, saiu do caixa 2 da empreiteira abastecido com dinheiro de obras da Petrobras, de outros órgãos públicos do Brasil e contratos no exterior.O documento também corrobora versão de engenheiro Emyr Diniz Costa Júnior que em delação disse ter recebido R$ 700 mil para custear compra de materiais e serviços relacionados a obra por meio do departamento de propina da empreiteira.O laudo teve como objetivo responder as questões do juiz Sergio Moro, do MPF e da defesa de Lula com base na análise dos dados contidos no sistema Drousys e Mywebday, utilizados pelo departamento de propina da Odebrecht como uma espécie de sistema financeiro paralelo.

12 maio 2018

BNDES muda foco na infraestrutura


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai mudar a forma de financiar projetos de infraestrutura. O banco deve lançar, em duas semanas, um programa para compra, no mercado financeiro, de participação em fundos de investimento em infraestrutura, em vez de financiar os projetos diretamente. Inicialmente, o banco terá R$ 5 bilhões para esse programa.Segundo o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, a estratégia de alterar a forma de atuação do banco nesses projetos tem por objetivo atrair outros investidores, apoiar a criação desse tipo de fundo e garantir mais recursos para a área.Oliveira explicou que o programa terá duas modalidades de compra das cotas. Na primeira modalidade, o BNDES poderá adquirir até 30% das cotas de fundos já existentes ou que estejam em processo de captação.

02 abril 2018

Crédito para financiamento de imóveis cai pela metade


O volume de crédito destinado ao financiamento de imóveis com dinheiro da poupança caiu pela metade no último ano, na comparação com 2014, antes da crise econômica e quando esses recursos atingiram patamar recorde. O montante acumulado para financiar a compra e a construção da casa própria em 2017 foi de R$ 83 bilhões, ante os R$ 168 bilhões de três anos antes, segundo dados do Banco Central, em valores reais, já considerado o IPCA (índice oficial de inflação). Os números de 2017 representam a terceira queda seguida do volume de financiamento.“Com a queda recente dos juros, seria razoável que começasse a ter uma recuperação do crédito imobiliário em 2017, em relação a 2016. É surpreendente que tenha continuado caindo”, analisa o economista Armando Castelar, coordenador de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

13 janeiro 2018

Governo muda regras para empréstimo a agricultores


O governo federal editou, nesta semana, decreto mudando as regras do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF). As alterações ampliaram os limites de renda e patrimônio exigidos para acesso às linhas de financiamento.Para agricultores inscritos no Cadastro Único dos programas sociais, a exigência de renda máxima saiu de R$ 9 mil para R$ 20 mil, enquanto a de patrimônio foi de R$ 30 mil para R$ 40 mil.Na faixa intermediária, os ganhos máximos permitidos passaram de R$ 30 mil para R$ 40 mil. Para esses produtores, o patrimônio deixou de ser R$ 60 mil e passou para R$ 80 mil. Foi criada uma nova linha para famílias com renda de até R$ 216 mil e patrimônio de até R$ 500 mil. Para todos os casos, o valor máximo a ser financiado é R$ 140 mil. O produtor deve comprovar experiência de pelo menos cinco anos no campo para ter acesso ao financiamento.Segundo a subsecretária de Reordenamento Agrário da Secretaria Especial de Agricultura e Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), Raquel Santori, a atualização foi motivada pela defasagem dos tetos, uma vez que estes haviam sido reajustados pela última vez há cinco anos.

03 janeiro 2018

Caixa reabre linha de financiamento imobiliário mais barata

A Caixa retomou nesta terça-feira, 2, a linha de financiamento habitacional Pró-Cotista, que havia sido suspensa em junho do ano passado. A modalidade oferece taxa de juros de 7,85% (clientes com débito em conta ou conta-salário) a 8,85% ao ano – é a menor para quem não se enquadra no programa federal Minha Casa, Minha VidaEstão aptos à linha trabalhadores que possam comprovar um período mínimo de 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS (não necessariamente consecutivos) ou saldo em conta vinculada de, ao menos, 10% do valor do bem a ser financiado.Além disso, não é permitido ser proprietário de imóvel na cidade (ou região metropolitana) onde mora ou trabalha, tampouco possuir financiamento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do País.

05 outubro 2017

Aprovada criação de fundo político bilionário


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, ontem, o Projeto de Lei 8703/17, do Senado, que cria Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para custear campanhas eleitorais com recursos públicos. O texto foi aprovado em votação simbólica, mas gerou tumulto no Plenário.A aprovação do texto-base se deu em um contexto de pressa para garantir recursos para as eleições do ano que vem. Para que os partidos possam ter acesso ao dinheiro no processo eleitoral em 2018, as novas regras têm de ser sancionadas até o próximo sábado (7).A matéria, que foi aprovada na semana passada, seguirá para sanção do presidente Michel Temer (PMDB).Por um acordo costurado pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), Temer deverá vetar alguns itens.

22 setembro 2017

Desenbahia cria financiamento para casas lotéricas


Os empresários de casas lotéricas da Bahia, permissionários da Caixa Econômica Federal, agora contam com nova linha de financiamento para investir e aumentar a eficiência e a segurança de suas atividades. A Agência de Fomento do Estado (Desenbahia) lançou uma linha de crédito específica para o setor, chamada 'Credilotéricas'.A linha disponibiliza recursos de até R$ 50 mil, com juros reduzidos (CDI + 7% ao ano) e prazo de até 36 meses, com três meses de carência. “A Desenbahia atendeu ao pedido do setor e irá oferecer, com recursos próprios, uma linha de crédito para financiar a segurança e blindagem das casas lotéricas. A agência vislumbrou uma oportunidade, com operações de crédito de baixo risco, garantindo a menor taxa do mercado para incentivar novos investimentos e ainda com prazo de carência”, explica o presidente da Desenbahia, Otto Alencar Filho.

16 novembro 2016

Financiamento: especialistas dão dicas para compra de imóveis


A Caixa Econômica Federal anunciou a redução de 0,25% da taxa de juros para financiamento de imóvel novo ou usado, além de diminuir a cota mínima para financiamento de imóveis adquiridos por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).Por mais que seja tentador aproveitar essa oportunidade para adquirir a tão sonhada casa própria, é necessário cautela ao fazer um financiamento de imóvel nesse momento. Essa é a opinião do sócio da Divisão de Auditoria e Consultoria da Gorioux Faro do Brasil, Fernando Segato Afonso. “Tenho uma visão mais conservadora. Após a decisão do Copom em reduzir à taxa Selic, a redução dos juros para financiamento era uma consequência. Mas, isso não algo tão simples assim”, disse.Para Afonso, o momento é de cautela, ainda mais para dívidas de longo prazo, já que o País ainda está em crise econômica. 

14 junho 2016

Financiamento de veículos novos cai 25,7% em maio


O número de veículos novos que foram comprados por meio de financiamento caiu 25,7% em maio deste ano ante igual mês do ano passado, para 145.498 unidades, informou nesta segunda-feira (13) a Cetip, que compila dados das instituições financeiras que operam no País. O volume, no entanto, representa alta de 1,9% na comparação com abril.No acumulado de janeiro a maio, o financiamento de veículos novos chega a 729.866 unidades, queda de 28,4% sobre o resultado alcançado em igual intervalo do ano passado. As contrações nos financiamentos acompanham o fraco ritmo na venda de carros no Brasil, uma vez que, historicamente, algo entre 50% e 60% das compras de veículos são financiadas.A baixa demanda deve-se principalmente ao aumento do desemprego, que reduz a renda e a confiança do consumidor, e à restrição do crédito por parte das instituições financeiras, que estão mais rigorosas na aprovação de financiamentos para a aquisição de veículos.

09 março 2016

Caixa aumenta teto do financiamento de imóveis


Na tentativa de estimular o financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira, 8, uma série de medidas voltadas ao crédito. A primeira delas se refere ao aumento do teto do financiamento de imóveis usados de 50% para 70% pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), no caso de clientes do setor privado e imóveis de até R$ 750 mil, segundo explicou o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza. Para o setor público, a cota foi elevada de 60% para 80%.Já os imóveis usados financiados pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) - acima de R$ 750 mil em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal; e de R$ 650 mil nos demais Estados - passarão a ter teto de 60%, dos atuais 40%, para o setor privado. Para o setor público, a cota passou de 50% para 70%. Souza disse que dos R$ 16,1 bilhões em fundos aos quais o banco terá acesso em 2016 por meio dos recursos liberados pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), R$ 7 bilhões serão para a linha pro-cotista, R$ 6,7 bilhões para os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e R$ 2,4 bilhões para a linha de operações especiais - destinados à construção civil para produção de imóveis de até R$ 500 mil para pessoas físicas.

06 agosto 2015

Caixa não vai mais financiar segundo imóvel


A Caixa Econômica Federal não financiará novamente a casa própria para os clientes que já obtiveram crédito no banco estatal para mesma finalidade e ainda estão pagando as prestações (com contrato ativo), utilizando o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A medida começa a valer no dia 17 de agosto, para a aquisição de imóveis novos ou usados.Pelas novas regras, os clientes que já forem detentores de um financiamento imobiliário ainda vigente desta linha de crédito não poderão tomar um novo empréstimo no banco, ainda que tenham renda para tal. Segundo a Caixa, a medida não afeta quem já financiou um imóvel e quitou a dívida, e agora quer fazer um novo financiamento. Para esses clientes, nada muda. A alteração também não vai afetar quem já tem dois financiamentos de imóveis ativos. Contratos já feitos serão mantidos. A mudança acontecerá apenas para futuras transações.

18 maio 2015

Confira as alternativas à Caixa Econômica após as mudanças no financiamento imobiliário


Com a redução do limite de financiamento na Caixa Econômica Federal para os imóveis usados acima de R$ 190 mil, realizar o sonho da casa própria ficou mais difícil, mas não impossível. Como alternativa, especialistas recomendam a busca por crédito em bancos privados, que oferecem juros semelhantes aos da instituição federal, com margens maiores. Enquanto a Caixa faz o empréstimos de 50% do valor do bem, os demais chegam a negociar 80%.No Bradesco, por exemplo, a taxa anual é de 9,8% — 0,6 ponto percentual abaixo daquela cobrada na linha de crédito do Banco do Brasil e apenas 0,35 ponto percentual acima dos 9,45% fixados pela Caixa. Para o diretor do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci), Laudirmiro Cavalcanti, há uma tradição de relacionamento do brasileiro com o banco público, o que pode mudar:

28 abril 2015

Caixa reduz para até 50% o limite de financiamento para a compra de imóveis usados


A Caixa Econômica Federal reduziu, pela segunda vez no mesmo mês, a cota máxima de financiamento de imóveis. Desta vez, porém, apenas os usados sofreram a redução. A partir da próxima segunda-feira, o banco financiará, no máximo, 50% do valor do imóvel, nas operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) — imóveis até R$ 750 mil — com uso de recursos da poupança. Até agora, o percentual era de 80%.No caso de imóveis financiados pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) — imóveis acima de R$ 750 mil —, pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), o valor máximo será de 40% em vez dos 70% de antes. Os novos percentuais não valem para financiamentos feitos com a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) — imóveis até R$ 190 mil — e nem por cotistas do Fundo, que podem comprar imóveis de até R$ 750 mil. 

27 abril 2015

Financiamento de veículo usado cresce no país


Na contramão do mercado de veículos novos, o financiamento de carros usados "jovens" (quatro a oito anos) cresceu quase 3% no primeiro trimestre em comparação a igual período de 2014.O percentual é significativo se comparado à queda de 16,8% no financiamento dos veículos zero.Desde 2011, quando a Unidade de Financiamento da Cetip passou a reunir informações sobre esse mercado, esse foi o trimestre com maior volume de financiados nessa faixa --perto de 393,5 mil.No total foram 387 mil financiamentos para novos e 708,3 mil para usados, somadas todas as faixa de idade."Com o bolso mais apertado pela inflação e a confiança na economia mais afetada, o consumidor opta pelo usado em vez do novo", diz Marcus Lavorato, gerente dessa unidade da Cetip.Para Décio Carbonari, presidente da Anef, associação das empresas financeiras das montadoras, há uma migração evidente de consumo.

10 dezembro 2013

BNDES fará esforço para moderar empréstimos em 2014, diz Coutinho


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse que anunciará em breve uma nova política operacional para concessão de empréstimos pelo banco de fomento em 2014. “Vamos fazer um esforço para moderar o volume [de empréstimos]”, afirmou a jornalistas durante o evento “Construindo Startups de Classe Mundial”, promovido pelo Instituto Talento Brasil na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nesta segunda-feira, na capital paulista.Coutinho evitou dar detalhes sobre as novas diretrizes para concessão de financiamentos, mas afirmou que, em linhas gerais, elas combinarão uma “proporção menor em TJLP e mercado”. 

13 setembro 2013

Fazenda acorda com bancos financiamento para concessões de rodovias

Após reunião nesta quinta-feira, em São Paulo, com representantes de 11 bancos, entre públicos e privados, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que foi acordado entre o governo e as instituições um modelo de financiamento para as concessões de rodovias. Ele lembrou que, na próxima semana, serão realizadas as duas primeiras concessões do setor.Para que elas tenham sucesso, disse ele, é preciso que sejam rentáveis e que haja financiamento. Segundo o ministro, para as concessões de rodovias estima-se um total de R$ 50 bilhões em investimentos. O modelo de financiamento, combinado hoje com os bancos, diz o ministro, dá conta de 70% desse valor."É um modelo de longo prazo, cinco anos de carência e taxa baixa de TJLP mais 2%, o equivalente, hoje, a 7%.”

28 maio 2013

Saiba reduzir a prestação do financiamento da casa

Quem está à procura da casa própria e pretende financiar encontra formas de reduzir as parcelas mensais. Na avaliação do economista José Vieira Dutra Sobrinho, o momento é propício para a compra do imóvel, pois "as taxas de juros nunca foram tão baixas e os prazos nunca foram tão longos", diz. Ele destaca que as taxas praticadas no Brasil estão próximas daquelas oferecidas em países desenvolvidos. Você já pensou em reduzir a parcela do seu financiamento? Você não precisa devolver seu imóvel ou seu carro, nem perder o que você já pagou. Se a parcela que você paga está muito alta, você poderá reduzí-la em até 50%. Veja aqui

23 maio 2013

Exigência menor para infraestrutura

A equipe técnica do Ministério da Fazenda está preparando um novo modelo de financiamento para o setor de infraestrutura que promete acabar com a exigência de capital dos investidores durante a fase de construção das obras. É um modelo reivindicado há tempos por investidores e construtoras e que já é usado em diversos países do mundo em estruturas de financiamento conhecidas como "project finance" puro.Fontes do ministério informam que os estudos estão sendo realizados com participação de bancos públicos e privados e tem o aval da presidenta Dilma Rousseff. O governo trabalha com a estratégia de dar toda a segurança às instituições financeiras para incentivar o crédito por meio de Project Finance puro como principal instrumento de financiamento das obras, cujos editais de concessão começam a sair no segundo semestre.

20 fevereiro 2013

BNDES é pressionado a dar crédito para as distribuidoras de energia

As distribuidoras de energia elétrica tentarão negociar com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) possíveis soluções para aliviar o aumento dos custos da energia causado pelo acionamento de termelétricas. A principal alternativa é a liberação de crédito subsidiado, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para dar equilíbrio de caixa para as empresas.Ligadas desde o final do ano passado para compensar o baixo nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas, a energia das térmicas tem um custo mais alto que está afetando o fluxo de caixa das distribuidoras. Algumas companhias reclamam que não terão capacidade de arcar com os valores. A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), que representa o setor, terá reunião amanhã na sede da agência reguladora, em Brasília, para discutir o assunto.Segundo apurou o BRASIL ECONÔMICO, as empresas estão algum tempo fazendo pressão no Ministério da Fazende a no Ministério de Minas e Energia (MME) para solucionar o impasse.