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09 junho 2018

PIB do CE pode avançar 2,5%,setor produtivo revê projeções


O crescimento econômico do Estado do Ceará em 2018 deve estar fortemente baseado na atividade da indústria de transformação, mesmo diante das incertezas econômicas e dos prejuízos sofridos pela cadeia produtiva durante os dias em que as rodovias ficaram bloqueadas pelo movimento dos caminhoneiros. No Estado, a expectativa é que a atividade industrial cresça cerca de 3,5% e o Produto Interno Bruto (PIB), cerca de 2,5%.De acordo com a avaliação de Guilherme Muchale, economista da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), os resultados do Ceará devem ficar um pouco acima da média nacional, cujas perspectivas caíram muito, de 3% a cerca de 2% de variação do PIB, devido ao impacto da greve dos caminhoneiros e de um cenário externo que talvez leve à necessidade de os juros brasileiros fecharem um ano um pouco acima do que era previsto inicialmente.

30 maio 2018

PIB sobe 0,4% no 1º trimestre, aponta IBGE


O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,4% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2017, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Ainda segundo o instituto, o PIB do primeiro trimestre do ano totalizou R$ 1,641 trilhão.Apesar da economia brasileira ter apresentado um crescimento maior no primeiro trimestre em relação ao anterior de 0,1%, o resultado está abaixo do que já fora estimado no início do ano, quando a previsão de alta chegou a ultrapassar 1,00%.Com os ajustes na expectativa de crescimento, as estimativas dos analistas mais recentes previam de taxa zero a 0,53%. A partir do intervalo de 53 estimativas, a mediana ficou em 0,30%, bem inferior à de 0,90% encontrada no levantamento realizado em março (previsões de 0,40% a 1,20%) pelo Projeções A soma de todos os produtos e serviços produzidos no País teve, em 2017, a primeira expansão desde 2014 (quando o Produto Interno Bruto subiu 0,50%), confirmando a saída da recessão.

18 maio 2018

Atividade econômica brasileira caiu 0,13% no trimestre


A atividade econômica brasileira obteve queda de 0,13% no primeiro trimestre deste ano frente aos últimos três meses de 2017. O resultado dessazonalizado, ou seja, ajustado para o período, faz parte do Índice de Atividade Econômica do Banco Central ( IBC-Br ), mais conhecido como ‘prévia’ do Produto Interno Bruto (PIB), publicado nesta quarta-feira (16).Embora o resultado seja de queda no confronto entre os dois trimestres próximos, a marca da ‘prévia’ do PIB é de crescimento de 0,86% quando comparada ao mesmo período de 2017, sem ajuste para o período.O balanço do Banco Central também apurou que, no acumulado de 12 meses encerrado em março, o indicador apresentou variação positiva de 1,05%.

02 maio 2018

Mercado mantém projeção de 3,49% sobre a inflação


De acordo com o Boletim Focus, pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ) permanece em 3,49%, o mesmo resultado divulgado na semana passada pelo mercado financeiro.A marca permanece abaixo da meta central para a inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%, entretanto, o resultado ainda segue dentro do limite inferior e superior do índice, que estão, respectivamente, em 3% e 6%. Por outro lado, para o ano que vem, o Boletim Focus aumentou a expectativa para o IPCA. Afinal, o valor antes registrado em 4% subiu 0,3 ponto percentual (p.p) e chegou a 4,03%, ainda abaixo da meta de 4,25%.

12 abril 2018

Incertezas levam analistas a revisarem PIB de 2018


Com as incertezas políticas no Brasil e a guerra comercial iniciada por Donald Trump, analistas começam a mudar suas projeções para a economia brasileira, prevendo um crescimento menor do que se esperava. A expectativa de uma alta de 3% no PIB deste ano, aos poucos, tem ficado para trás, especialmente após a divulgação dos indicadores econômicos de janeiro e fevereiro, que sinalizaramuma recuperação mais modesta do que a prevista pelos economistas no fim de 2017.A MB Associados, por exemplo, que chegou a estimar alta do PIB de 3,5% este ano, admite que o crescimento pode ficar mais próximo de 3%. O economista-chefe da consultoria, Sergio Vale, observa que o cenário eleitoral é um risco para essa expansão. “Há uma plêiade de candidatos com ideias esdrúxulas sobre economia e com pouca força política para manter as reformas. Isso afetará asexpectativas de 2019 e pode afetar as do fim deste ano a depender do resultado da eleição.”

02 março 2018

PIB cresce 1% em 2017 pós dois anos seguidos de queda


A economia brasileira cresceu 1% no ano passado, quebrando sequência de dois anos seguidos com resultado negativo de 3,5% – que representou a maior recessão da história recente do País. O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, totalizou R$ 6,6 trilhões em 2017.De acordo com os dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (1ª) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o crescimento do PIB se deve principalmente à recuperação do setor da agropecuária, que teve crescimento de 13% em 2017 – melhor resultado em toda a série histórica, iniciada em 1996. O setor dos serviços também teve alta, de 0,3%, enquanto a indústria ficou estável.A alta na atividade agropecuária decorreu especialmente do desempenho da agricultura.

02 fevereiro 2018

Analistas projetam crescimento de PIB de até 3,5% em 2018


A divulgação de resultados melhores do que se imaginava para produção industrial, emprego e balança comercial fez com que consultorias revisassem para cima a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018. Segundo economistas ouvidos pelo Estado, no cenário mais otimista, o País crescerá 3,5%.Os últimos dias foram de indicadores mais robustos do que se antecipava. Em janeiro, a balança comercial teve um superávit de US$ 2,7 bilhões - melhor para o mês em 12 anos -, a venda de veículos novos cresceu 23,14% no mês passado e os dados de produção industrial de 2017 apontam alta de 2,5%.Na visão dos analistas, após os anos de crise, a recuperação deve seguir a partir de agora de forma gradual, favorecida pelo cenário externo, que também ajuda a reaquecer a economia.“Olhando para a produção industrial, o resultado deve dar um impulso forte para o PIB de 2018 e é um sinal relevante de que a retomada do crescimento é consistente e espalhada”, diz o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

19 novembro 2017

PIB da Bahia caiu 3,4% e ficou em R$ 245 bilhões


No ano de 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia foi de R$ 245,02 bilhões. Com esse resultado, a economia baiana mostrou recuo de 3,4% entre 2014 e 2015, a 11ª queda mais intensa entre os 27 estados e a maior retração da série histórica disponível (desde 2002). Antes disso, o PIB da Bahia só havia caído 0,3% em 2009.Os dados foram publicados nesta quinta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Do montante, R$ 215,97 bilhões equivalem a valor adicionado bruto (renda líquida gerada pelas atividades econômicas) e R$ 29,05 bilhões são referentes aos impostos, líquidos de subsídios, sobre produtos.No mesmo ano, o instituto registrou ainda recuos tanto no PIB nacional (-3,5%) quanto em todos os 27 estados. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde 2002, quando se iniciou a série das Contas Regionais. O PIB de Mato Grosso do Sul teve o melhor desempenho entre os estados em 2015 (-0,3%), enquanto Amapá registrou a queda mais acentuada (-5,5%).

17 novembro 2017

Bahia registra queda de 3,4% no PIB, aponta pesquisa do IBGE


O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia registrou queda de 3,4% em 2015, ficando em R$ 245 bilhões. Os dados fazem parte das Contas Regionais, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 16.A redução foi motivada pelos desempenhos negativos na indústria (-7,9%) quanto nos serviços (-3%). Já o setor da agropecuária cresceu 9,9% de 2014 para 2015.Da mesma forma que a Bahia - que na série histórica iniciada em 2002 só havia sofrido redução de 0,3% em 2009 -, todos os outros estados brasileiros e o Distrito Federal sofreram queda simultaneamente, o que é algo inédito na pesquisa. os dados também mostram a redução de 3,5% do PIB nacional.“Esse resultado de queda de todas as unidades da federação ainda não tinha sido visto, inclusive por nenhuma série já estimada pelo IBGE antes disso. É um resultado inédito que afeta todos os estados da federação”, explica o gerente das Contas Regionais, Frederico Cunha.

19 setembro 2017

PIB de Minas cresce 1,7% no segundo trimestre de 2017 e alcança R$ 145,8 bilhões


O Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais teve alta de 1,7% no segundo trimestre de 2017, quando comparado com o primeiro trimestre, segundo dados da Fundação João Pinheiro divulgados nesta segunda-feira. O valor alcançou R$ 145,8 bilhões. A alta foi puxada pelo setor de serviços que avançou 0,5%. No mesmo período, o PIB nacional ficou apenas 0,2% maior.Os números divulgados hoje mostram a melhora na economia, porém, no acumulado dos últimos 12 meses o cenário ainda é de recessão com queda de 0,8%. Quando considerado apenas os números de janeiro de junho a alta prevalece, porém, mais tímida, com 0,2% de crescimento.Se o setor de serviços puxou a alta, a agropecuária fez o caminho contrário e recuou 0,2% no mesmo período. A indústria ainda segue amargando resultados ruins e encolheu 0,1%.De acordo com Glauber Silveira, pesquisador da Fundação João Pinheiro, allguns fatores contribuíram para que o desempenho do setor agropecuário fossem levemente ruins.

13 setembro 2017

PIB do CE cresce 2,17% no 2º tri e sinaliza saída da recessão


Após uma série de oito quedas trimestrais consecutivas, considerando a comparação com mesmo período do ano anterior, o Produto Interno Bruto (PIB) cearense do segundo trimestre deste ano voltou a registrar crescimento após dois anos, com a variação positiva de 2,17%. O percentual está bem acima da média registrada pelo País, de 0,3%, e é um indicativo de que o Estado já pode ter deixado para trás o período de recessão.Os dados foram divulgados na manhã de ontem (12) pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Na avaliação do diretor geral da instituição, Flávio Ataliba, os resultados positivos tanto na comparação com o trimestre anterior (1,33%), quanto com o mesmo período de 2016, sinalizam que o Estado pode já ter alcançado um novo período de expansão econômica - a ser confirmada a partir dos próximos resultados trimestrais.

10 setembro 2017

Sobral entre os cinco municípios com maior PIB no Ceará


Com um percentual de 12%, este Município está em primeiro lugar no comprometimento de receitas públicas na economia local, entre as cinco cidades cearenses com maior Produto Interno Bruto (PIB). Com isso, está à frente de Fortaleza, Maracanaú, Caucaia e Juazeiro do Norte.O "Eldorado do emprego", apregoado desde a captação de indústrias, mantém ainda não apenas a dependências das transferências da União e Estado, como revela a geração de demandas não atendidas para a população que cresce na periferia.Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque de Sobral entre as cidades brasileiras no investimento em educação e na captação de indústrias como a Grendene, fez o município crescer em termos populacionais, como reconhece o coordenador de Política Econômica da Secretária do trabalho e Desenvolvimento Econômico (STDE) do Município, Leon Sousa.

05 setembro 2017

Banco Central: economistas elevam projeção do crescimento do PIB para 0,5%


O resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que apresentou crescimento de 0,2% no segundo trimestre, fez com que o mercado financeiro aumentasse a expectativa quanto ao crescimento econômico ao longo deste ano. Segundo o Boletim Focus, do Banco Central, os economistas acreditam que o PIB terá alta de 0,5% este ano. Na semana passada, a estimativa era de 0,39% de crescimento este ano.Para o próximo ano os economistas mantiveram a expectativa de crescimento de 2% no indicador, informou nesta segunda-feira (4) o Banco Central . Já a perspectiva quanto ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, os economistas estimam que ela será menor, ao passar de 3,45% no Boletim Focus da semana passada para 3,38% no dessa semana.

28 agosto 2017

Analistas preveem alta do PIB no segundo trimestre


As estatísticas sobre a evolução do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre, que serão divulgados na sexta (1º), devem reforçar o sentimento de que o pior da crise econômica está ficando para trás, ainda que de modo bastante lento e gradual.Para parte dos analistas, é possível que os números registrem uma leve alta pelo segundo trimestre consecutivo. No primeiro trimestre do ano, o avanço foi de 1% em relação ao trimestre anterior –primeiro período de alta após oito quedas consecutivas.Até meados de agosto, as projeções para a atividade de abril a junho eram mais pessimistas. Parte significativa das projeções apontavam para um novo recuo do PIB no segundo trimestre, que não contaria com o impulso dado pela agropecuária à atividade de janeiro a março. A expansão do setor foi de 13,4%.A divulgação dos números do comércio varejista e também do setor de serviços em junho surpreendeu positivamente, disparando uma revisão para cima das projeções.

16 agosto 2017

Mercado ilegal representa 16% do PIB brasileiro, diz ministro da Justiça


A economia subterrânea em torno do mercado ilegal no Brasil representa cerca de 16% do Produto Interno Bruto do Brasil, informou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, nesta terça-feira (15). O PIB representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos em determinada região por determinado período.De acordo com o ministro, existe uma tendência de diminuição na parcela do mercado ilegal dentro do PIB , mas o valor ainda é muito alto. Jardim participou do seminário de promoção da campanha "O Brasil que nós queremos", em Brasília. Lançada em março deste ano, a ação visa conscientizar o setor público e privado e a sociedade da necessidade de coibir a prática de contrabando e da sonegação no Brasil.

17 julho 2017

Atividade econômica registra queda de 0,51% em maio, diz BC


O País ainda está em recessão. Essa é a conclusão do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) que apontou queda de 0,51% na economia em maio, na comparação com o mês de abril. O indicador é considerado a previa do resultado do Produto Interno Bruto (PIB).Os dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Banco Central apontam ainda que ao se comparar o IBC-Br de maio deste ano com maio do ano passado, o indicador teve alta de 1,40%. Os dados são sem ajustes, uma vez que têm igual período para comparação.Em 12 meses encerrados em maio, a retração ficou em 2,23% e no ano, em 0,05%. A queda do IBC-Br em maio acontece após um crescimento no mês anterior. Neste ano, o indicador registrou expansão em janeiro (+0,51%), fevereiro (+1,35%) e abril (+0,15%). Entretanto, recuou em março (-0,46%) e maio deste ano, quando caiu 0,51%.

06 julho 2017

PIB 2016 de Pernambuco cai 4,2% e tem resultado pior que o nacional


O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco apresentou uma queda de -4,2% na comparação de todo o ano de 2016 com o ano fechado de 2015. Os números divulgados em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (5) pela Condepe/Fidem mostram um resultado ainda pior que o desempenho do Brasil, cujo PIB teve uma retração de 3,6%, segundo o IBGE. O início deste ano, no entanto, o resultado começa a se reverter, havendo uma melhora de 0,7% na comparação dos três primeiros meses de 2017 com os três últimos do ano passado.A comparação trimestral correspondente, que analisa os primeiro trimestre deste ano com o primeiro trimestre do ano passado, também é positiva, com aumento de 1,4%. Em valores correntes, de janeiro a março de 2017 o PIB chegou a R$ 40,7 bilhões. s de 2017, o indicador, em valores correntes, chegou a R$ 40 bilhões.

02 junho 2017

PIB cresce 1% no primeiro trimestre do ano após oito quedas


Após oito trimestres, ou seja, dois anos o Produto Interno (PIB) do País apresentou alta. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, indicador teve crescimento de 1% no primeiro trimestre encerrado em março, dado esse com ajuste sazonal.O resultado é oficial e foi divulgado nesta quinta-feira (1) pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com o sinal de recuperação, ao comparar o crescimento do PIB com o primeiro trimestre do ano passado, o indicador teve recuo de 0,4%.O resultado acumulado dos quatro últimos trimestres terminados no primeiro trimestre deste ano, o PIB teve queda de 2,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Segundo o IBGE , em valores correntes, o PIB no primeiro trimestre de março de 2017 totalizou R$ 1,6 trilhão.

18 maio 2017

Monitor da economia da FGV aponta alta do PIB de 1,19%


Dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) informam que o indicador, que mede a atividade econômica no País, teve alta de 1,19% no primeiro trimestre deste ano. Em termos monetários, o PIB do primeiro trimestre somou cifra superior a R$ 1,6 trilhão no País.Segundo a FGV , esse é o primeiro resultado positivo do PIB após oito trimestres consecutivos de queda, ou seja, melhor desempenho após dois anos de queda. Na comparação com igual trimestre do ano anterior, o PIB do primeiro trimestre apresenta taxa ainda negativa de 0,2%, mas é a taxa menos negativa desde o trimestre móvel finalizado em maio de 2014.

18 abril 2017

"Prévia do PIB" tem alta de 1,31% em fevereiro, aponta BC


A prévia do Produto Interno Bruto (PIB), divulgada nesta segunda-feira (17) pelo indicador Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), apontou alta de 1,31% em fevereiro ao se comparar com o mês anterior. Na comparação com igual período de 2016, o indicador apresentou recuo de 0,52%.No acumulado de 12 meses até fevereiro, a atividade econômica teve diminuição de 3,56% sem ajustes sazonais. Com os ajustes, a redução da atividade econômica é de 3,68%. Outro indicador divulgado pelo Banco Central , o Boletim Focus, sinaliza que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), ficará bem abaixo do centro da meta estipulada pelo governo – que é de 4,5%, com previsão de encerrar 2017 em 4,06%.