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Rádio Itabunense

Programa Comando em Conexão

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Apresentação: Marcos Soares

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01 outubro 2017

Refeitório no centro de SP dá comida de graça

Um grupo de idosas pilota uma cozinha comunitária na capital paulista voltada para um público específico: judeus. Lá, levas de desempregados, que fecharam empresas ou se aposentaram com apenas um salário mínimo, além de idosos, procuram uma refeição gratuita.A iniciativa é um dos projetos sociais da instituição beneficente israelita Ten Yad, que abraçou a causa há 25 anos. A crise econômica do país fez aumentar em 15% a procura pelas refeições neste ano em relação a 2016, diz o rabino David Weitman, diretor-executivo da organização. O espaço tem servido 360 porções de comida por dia.O refeitório fica no subsolo do prédio da ONG, na rua Newton Prado, no Bom Retiro, centro de São Paulo. O bairro recebeu as primeiras famílias de imigrantes judeus que fugiram da Europa durante a Segunda Guerra Mundial.A lotação do espaço atinge o ápice sempre ao meio-dia, a comida só é servida após uma breve cerimônia religiosa, e a maioria dos frequentadores é avessa a câmeras e entrevistas.

07 julho 2015

Valor da refeição do policial civil é menor do que a do preso


Doze reais. Esse é o valor diário que os policiais civis do Estado do Rio recebem de auxílio-alimentação. O valor, que não é reajustado desde julho de 2011, é insuficiente para pagar o almoço dos agentes, principalmente daqueles lotados em delegacias da Zona Sul e do Centro da capital, conforme uma pesquisa feita pelo EXTRA em restaurantes nas imediações. Enquanto isso, os suspeitos de crimes que são presos e mantidos temporariamente nas delegacias — até que sejam transferidos para presídios — têm direito a café da manhã, almoço e jantar custeados integralmente pelo estado, que não limita o valor que deve ser gasto com cada refeição.— Na hora do almoço, temos que procurar o lugar mais barato, porque na Zona Sul é tudo caro. Mas, se um preso chega à noite, por exemplo, temos que comprar o jantar onde for possível. Não há um limite de gasto neste caso. A única exigência é que o estabelecimento aceite o cartão da delegacia destinado às refeições dos presos — contou um policial, que pediu para não ser identificado, acrescentando que, no Leblon, cada agente paga, no mínimo, entre R$ 21 e R$ 23 por refeição.