Apesar da pressão, reuniões, tuitaços e atos públicos, Marina Silva não conseguiu convencer o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a liberar a criação da Rede Sustentabilidade. Frustrada com a rejeição do registro da sigla, a ex-senadora voltou a dizer que não tem plano B, mas não negou a possibilidade de se filiar a outro partido até amanhã para disputar a Presidência em 2014. – Ainda somos um partido. Não temos registro, mas temos o mais importante: ética – afirmou a ex-senadora, que prometeu anunciar seu futuro político após reunião, hoje, com os apoiadores da Rede. Antes da votação, o advogado do grupo, Torquato Jardim, disse que houve irregularidades cometidas pelos cartórios eleitorais responsáveis pela validação das assinaturas dos apoiadores, e citou a anulação de 95 mil assinaturas sem justificativa. Relatora do processo, Laurita Vaz entendeu que "provar a autenticidade das assinaturas é ônus do partido e não dos cartórios". Com a decisão, o partido não poderá participar das eleições de 2014. Após acompanhar a sessão, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) lamentou a decisão da Corte: – Quem mais perde é o povo.
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