O câmbio que, de um lado favorece a indústria ao reduzir a competição com produtos importados, de outro está dificultando as vendas para o comércio, forçando a acumulação de estoques industriais e atrasando a tão esperada recuperação do setor. Com o início do processo de desvalorização do real em relação ao dólar, em maio, houve um descolamento na trajetória da indústria e do comércio, que, até então, desenhavam evoluções semelhantes (gráfico ao lado) , como demonstram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O fantasma da competição com os importados desapareceu, o que animou a indústria a produzir mais. "O câmbio, no entanto, pesou nos preços do varejo, que respondeu com queda nas vendas", salienta o economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC) Bruno Fernandes.
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