A indústria brasileira aguarda para o segundo semestre deste ano os efeitos positivos da alta do dólar em comparação ao real, iniciada ainda em maio de 2013, projeta o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. Como os reflexos do câmbio ocorrem com defasagem, a expectativa é que as importações sejam reduzidas em alguns meses, favorecendo os produtores internos. Já as exportações, diz ele, não devem passar por grandes transformações por causa da moeda, tendo outros fatores — como o desempenho da economia externa — como determinantes daqui para frente.Castro demonstra preocupação especial com as commodities, que, em 2013, contribuíram para amenizar o resultado da balança comercial, o pior em dez anos.
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