Entre os diferentes batalhões que têm atribuições de fiscalizar, organizar e orientar o trânsito de Belo Horizonte, os fiscais eletrônicos que trabalham 24 horas tem se destacado na capital mineira. Com as licitações lançadas pela BHTrans para fiscalizar a área de abrangência dos ônibus do Move, o número de radares mais que dobrou na cidade, colocando nas ruas e avenidas um verdadeiro batalhão tecnológico. Em maio, quando começou a expansão dos radares, eram 136 equipamentos. Hoje, esse número saltou para 303. A proliferação dos vigias automatizados na capital já deixou o número de guardas municipais exclusivos de trânsito (190) para trás e promete encostar no efetivo de agentes da própria BHTrans (400) e do Batalhão de Polícia de Trânsito (400) até o fim do ano, quando chegará a 382 equipamentos de patrulha dia e noite.O cenário traz impacto direto para o rendimento do "batalhão eletrônico", que em 2014 multou mais de 567 mil condutores na capital.
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