
Projetos de infraestrutura não levados adiante, devido ao cenário econômico ou à falta de investimentos, tiram o fôlego do seguro de risco de engenharia, que garante ao construtor a cobertura de acidentes ocorridos durante a execução das obras. Em 2012, a emissão de prêmios ficou em R$ 631,2 milhões, queda de 28% frente ao ano anterior, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O mercado estima, no entanto, que a modalidade alcance R$ 1 bilhão em prêmios neste ano, à medida que as obras forem executadas. Rodrigo Belloube, diretor do departamento de property da resseguradora Munich Re, conta que, em 2007, a perspectiva era positiva devido à quebra do monopólio da atividade de resseguros e o bom panorama para o país.
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