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Rádio Itabunense

Programa Comando em Conexão

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Apresentação: Marcos Soares
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06 setembro 2018

Salvador continua com a cesta básica mais barata do país


Em tempos de elevação de preços em quase todos os itens, uma boa notícia vem dos 12 alimentos que compõem a cesta básica. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Salvador foi a terceira capital do país em que o valor total do conjunto de alimentos essenciais teve a redução mais expressiva (-3,02%), atrás apenas de Porto Alegre (-3,50%) e João Pessoa (-3,36%).O custo, no mês passado, foi de R$ 311,92, contra os R$ 321,62 registrados no mês de julho. Em agosto, houve aumento nos preços médios do leite longa vida (3,42%), seguido pelo pão francês (0,87%) e pela manteiga (0,18%). Já as reduções de preço foram registradas na farinha de mandioca (-14,70%), na banana da prata (-11,95%), no feijão carioquinha (-9,45%), no tomate (-7,60%), no açúcar cristal (-2,94%), no café (-1,53%), na carne de primeira (-1,20%) e no óleo de soja (-0,87%). Apenas o preço do arroz branco manteve-se estável, sem variação no mês, conforme explicou o Dieese.

11 maio 2018

Cariocas pagam cesta básica de alimentos mais cara do país


O consumidor carioca paga a cesta básica de alimentos mais cara do país, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor chegou a R$ 440,06, em abril, que corresponde a 46% do salário mínimo atual de R$ 954.O Dieese também estimou que, o salário necessário para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, Saúde, Educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência seria de R$3.696,25, ou seja, 3,88 vezes o valor atual.O açúcar foi um dos itens que diminuíram de preço junto com o óleo de soja, no Rio. Enquanto isso, o tomate, por exemplo, ficou mais caro em 4,43%. Outros produtos também subiram de preço, como batata, arroz, manteiga e leite integral.Já insumos como café em pó, farinha de trigo, carne bovina, pão francês, banana, entre outros, ficaram mais baratos.

10 maio 2018

Cesta básica fica mais barata em 16 capitais


O preço da cesta básica ficou mais baixo em 16 capitais no mês de abril, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse). As maiores quedas aconteceram em João Pessoa (4,02%), Recife (2,73%) e Fortaleza (2,58%), enquanto houve alta em Goiânia (1,49%), Salvador (0,79%), Aracaju (0,77%) e Manaus (0,66%).cesta básica mais cara no período foi a do Rio de Janeiro (R$ 440,06), seguida por São Paulo (R$ 434,80), Porto Alegre (R$ 430,29) e Florianópolis (R$ 426,73). Os menores valores foram encontrados em Salvador (R$ 325,42) e Recife (R$ 333,11).Considerando o período de 12 meses finalizado em abril, todas as capitais pesquisadas tiveram queda no preço médio, com destaque para João Pessoa ( 2,22%), Salvador ( 11,24%) e Fortaleza ( 10,42%). 

06 abril 2018

Cesta básica de Salvador tem menor custo entre 12 capitais


Em março, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 12 capitais, segundo os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).As reduções mais expressivas ocorreram em Salvador (-4,07%), Recife (-3,82%) e Belém (-3,24%). As maiores taxas positivas foram registradas nas cidades de Campo Grande (2,60%) e Curitiba (2,22%).A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 441,19), seguida por São Paulo (R$ 437,84), Porto Alegre (R$ 434,70) e Florianópolis (R$ 426,79). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 322,88) e Aracaju (R$ 339,77).Em 12 meses, entre março de 2017 e 2018, os preços médios da cesta caíram em 16 cidades, com destaque para Salvador (-7,66%), Goiânia (-7,18%) e Belém (-6,89%). As altas foram registradas em quatro capitais.

08 fevereiro 2018

Cesta básica volta a custar mais de R$ 400 em BH


Puxada pelo aumento do preço do tomate, banana-prata e batata-inglesa, o valor da cesta básica em Belo Horizonte voltou a ultrapassar a marca dos R$ 400 no mês de janeiro.De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead/UFMG), divulgado nesta quartata-feira (7), o custo da cesta básica subiu 5,58% entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018. No final do ano passado a cesta custava R$ 383,22, já no primeiro mês do ano o valor subiu para R$ 404,60.Apesar do aumento no custo de vários alimentos, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mês de janeiro foi o mais baixo dos últimos três anos na capital mineira, ficando em 1,70% ao mês. Somados os últimos 12 meses o índice ficou em 3,44%.

06 janeiro 2018

Salvador registra menor valor médio da cesta básica

O preço dos itens que integram a cesta básica foi reduzido em 21 capitais, incluindo Salvador. É o que aponta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entretanto, 14 cidades obtiveram aumento no valor da cesta em dezembro do ano passado.Entre as cidades pesquisadas, Salvador registrou o menor valor médio da cesta básica, de R$ 316,65. A capital baiana é seguida por João Pessoa (R$ 329,52) e Natal (R$ 331,18). O maior custo é o de Porto Alegre (R$ 426,74).Para o Dieese, salário mínimo deveria ser de R$ 3.585,05Com base no custo da cesta mais cara, que em dezembro de 2017 foi a de Porto Alegre, o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.585,05, ou 3,83 vezes o mínimo de R$ 937,00, segundo o Dieese.Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 3.731,39, ou 3,98 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2016, o salário mínimo necessário foi de R$ 3.856,23, ou 4,38 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 880,00.

07 dezembro 2017

Custo da cesta básica cai em Salvador, aponta Dieese


O valor do conjunto de itens que compõem a cesta básica caiu em novembro em 17 das 21 cidades, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores quedas ocorreram no Rio de Janeiro (3,25%), Belém (2,26%) e Brasília (2,12%). O valor mais baixo foi encontrado em Salvador (R$ 315,98), seguida de João Pessoa (R$ 324,90) e Recife (R$ 327,85).As quatro altas foram registradas no Nordeste: Aracaju (0,21%), Maceió (0,44%), Recife (0,58%) e Natal (0,96%). Mas foram os consumidores gaúchos que pagaram mais caro pela cesta básica nesse período. Em Porto Alegre, o valor atingiu R$ 444,16, 0,61% abaixo do verificado em outubro.A cidade de São Paulo aparece na sequência da lista de capitais mais onerosa, onde a cesta foi estimada em R$ 423,23, valor 1,14% inferior ao do mês anterior. O custo dos itens essenciais na mesa dos paulistanos acumula queda de 3,57% no ano e de 6,03%, em 12 meses.

05 outubro 2017

Custo da cesta básica cai em Salvador


A cesta básica ficou mais barata em setembro em 20 das 21 capitais brasileiras analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese). Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada hoje (4), as reduções mais expressivas no custo da cesta básica ocorreram na região Nordeste do país: Maceió (-5,22%), Fortaleza (-4,85%) e João Pessoa (-4,62%). A única alta ocorreu em Campo Grande (1,17%).A cesta básica mais cara é a encontrada em Porto Alegre, ao custo médio de R$ 436,68, seguida por São Paulo (R$ 421,02) e Florianópolis (R$ 419,17). Já as mais baratas são as de Salvador (R$ 318,52), Natal (R$ 323,90) e Recife (R$ 328,63).Considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as necessidades de uma pessoa e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo, em setembro, deveria ser de R$ 3.668,55, valor 3,92 vezes superior ao mínimo atual de R$ 937.

05 janeiro 2017

Cesta básica ficou 13,02% mais cara no ano passado em Salvador


O custo da cesta básica de Salvador encerrou o ano de 2016 com uma alta de 13,02% – a sexta maior variação em todo o país, conforme pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 4, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No ano passado, 11 produtos tiveram alta acumulada de preço, com destaque para o feijão carioquinha, cujo reajuste chegou a 70,70%.Em seguida, aparecem manteiga (62,66%), leite integral (37,97%), farinha de mandioca (35,80%), açúcar (26,36%), arroz (25,22%), café em pó (24,83%) e banana (20,46%). O óleo de soja (11,28%), o pão francês (6,47%) e a carne bovina (1,91%) aumentaram menos do que a taxa média da cesta. Já o tomate ficou 23,77% mais barato.De acordo com a pesquisa, as maiores altas anuais foram registradas em Rio Branco (23,63%), Maceió (20,69%) e Belém (16,70%). As menores variações em Recife (4,23%), Curitiba (4,61%), São Paulo (4,96%) e Campo Grande (5,04%).

02 setembro 2016

Feijão provoca queda no preço da Cesta Básica em Itabuna


Ele já foi considerado o vilão das prateleiras, chegando a custar até R$ 16 em alguns supermercados. Mas agora, para alegria dos brasileiros, sobretudo dos itabunenses, o feijão se transformou no “mocinho” da história, após ser o responsável pela redução de 1,76% na cesta básica, que passou a custar R$ 348,81 no mês de agosto. Só para se ter ideia, o feijão está custando 11,63% mais barato. Outros itens, com queda de preço acentuada, foram a banana (8,44%), o tomate (3,04%) e o açúcar (2,08%).Em contrapartida, o companheiro inseparável do feijão, o arroz, registrou o maior aumento dos últimos tempos, ficando 7,38% mais caro. A farinha ficou em segundo lugar nesse ranking de preço alto – 4,25%, seguida do leite (4,26%), da manteiga (3,85%), do café (2,84%) e do óleo de soja (1,10%).Ainda segundo o Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz, em agosto, o tempo de trabalho gasto para se obter a cesta básica em Itabuna foi de 87 horas e 14 minutos, com comprometimento de 43,08% da renda. Isso para um trabalhador que recebe um salário mínimo líquido de R$ 809,60, já com o desconto de 8% de contribuição previdenciária.

15 março 2016

Preço da cesta básica em São Paulo é o mais alto, indica Dieese


Em fevereiro de 2016, o custo do conjunto de alimentos básicos aumentou em 13 capitais do Brasil e diminuiu em outras 14, conforme resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas ocorreram em capitais do Norte – Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). As maiores retrações aconteceram em Vitória (-8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6,00%).São Paulo foi a capital com maior custo da cesta básica (R$ 443,40), seguida de Brasília(R$ 438,69), Manaus (R$ 437,86) e Florianópolis (R$ 430,69). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 331,79), Salvador (R$ 337,84), Maceió (R$ 347,38) e Rio Branco (R$ 349,22).

05 janeiro 2016

Cesta básica em São Paulo tem leve alta


O valor da cesta básica no município de São Paulo apresentou alta de 0,77%, no período de festas de fim de ano. De acordo com a pesquisa do Procon - SP, em convênio com o Dieese, em 30 de dezembro o preço médio da cesta, que no dia 23 do mesmo mês era R$ 483,54 passou para R$ 487,27.Dos 31 produtos pesquisados, na variação semanal, 19 apresentaram alta e 9 diminuíram de preço e 3 permaneceram estáveis. O segmento de Higiene Pessoal foi o que registrou maior alta de preços (2,02%), seguido por Alimentação (0,72%) e Limpeza (0,13%).A alta no fim do ano, tomando como base o dia 30 de novembro, ficou em 3,40%. Já na comparação com o último dia de dezembro do ano passado, o aumento é bem superior: 15,24%.

08 julho 2014

Cesta básica de junho recua em Porto Alegre


O valor da cesta básica diminuiu em 10 das 18 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para a realização da Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos em junho ante maio. Belo Horizonte registrou a maior queda no preço médio da cesta, seguida por Campo Grande, Porto Alegre e São Paulo. As maiores altas foram em Manaus, João Pessoa, Aracaju e Recife (confira tabela abaixo).Ainda de acordo com o Dieese, os recuos dos preços da cesta básica em junho foram puxados por feijão, batata, óleo de soja, banana e tomate. Carne, leite e arroz tiveram aumento na maioria das capitais.Em junho, São Paulo foi a capital com cesta básica mais cara. Florianópolis é a segunda com valor mais alto, seguida de Porto Alegre. Os menores valores foram registrados em Aracaju, Salvador e João Pessoa.

05 abril 2014

Cesta básica sobe R$ 40 em um mês

Com uma alta mensal de 93,14%, o preço do tomate novamente foi o grande vilão da cesta básica em Porto Alegre. A pesquisa, feita mensalmente pelo Dieese, calcula os valores dos 13 principais alimentos. No total, o preço da cesta básica subiu 12,52% em março, chegando a R$ 356,17 – ante R$ 316,55 em fevereiro. Só foram registrados dois recuos entre os preços: o pão teve queda de 0,13% e o feijão caiu 1,45%. Entre as altas, além do tomate, batata (51,93%), leite (7,9%) e banana (7,03%) tiveram os crescimentos mais significativos. Porto Alegre teve a terceira maior alta no preço da cesta básica entre as capitais brasileiras. O maior crescimento foi registrado em Campo Grande (12,85%). Manaus (-1,25%) e Belo Horizonte (-0,41%) registraram quedas.

10 janeiro 2014

Preço da cesta básica aumenta em 18 capitais do Brasil segundo pesquisa

O valor da cesta básica aumentou, em 2013, nas 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada mensalmente, nove localidades tiveram oscilação acima de 10%, com as maiores elevações registradas em Salvador (16,74%), Natal (14,07%) e Campo Grande (12,38%). As menores variações ocorreram em Goiânia (4,37%) e Brasília (4,99%).De acordo com a pesquisa, no mês de dezembro, a cesta básica aumentou em 15 cidades, sendo que as maiores altas foram registradas em Goiânia (7,95%), Florianópolis (7,86%), no Recife (2,37%), em Salvador (2%) e Campo Grande (1,84%). No sentido contrário, aparecem Aracaju (-0,88%) e Rio de Janeiro (-0,43%), as duas únicas cidades onde foi registrada variação negativa.

19 junho 2013

Senado aprova MP que desonera produtos da cesta básica e permite redução na tarifa de energia


O Senado aprovou nesta terça-feira a Medida Provisória 609 que, entre outras coisas, desonera produtos da cesta básica e permite ao governo subsidiar a redução da conta de luz com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).A medida provisória desonera 41 categorias de produtos das contribuições do Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), enquanto o texto original do governo previa a desoneração de 19 categorias. Algumas dessas categorias foram incluídas no texto da MP pelos deputados em emendas quando a matéria estava na Câmara.

12 junho 2013

Câmara amplia desoneração de produtos da cesta básica para mais 22 categorias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (11) uma medida provisória que zera os impostos federais que incidem sobre os produtos da cesta básica. Na votação, o benefício, que originalmente estava previsto para 19 categorias (itens e subitens), foi estendido para 41.Foram incluídos, por exemplo, materiais escolares, gás de cozinha, novos produtos de higiene pessoal, além de rações e suplementos alimentares usados na pecuária.A proposta segue para análise do Senado. Segundo líderes governistas, o Palácio do Planalto não tem compromisso com as mudanças realizadas no texto durante a discussão no Congresso. O Ministério da Fazenda ainda prepara um estudo para calcular o impacto da ampliação do benefício.Inicialmente, a medida provisória isentava o PIS, Pasep e Cofins para 18 setores, a previsão era de um impacto de cerca de R$ 5 bilhões para este ano e R$ 21 bilhões em três anos.Entre os produtos incluídos na proposta original estavam carnes (bovina, suína, aves, peixes, ovinos e caprinos), café, óleo, manteiga, açúcar, papel higiênico, pasta de dente e sabonete.Alimentos como leite, feijão, arroz, farinha de trigo ou massa, batata, legumes, pão e frutas já não sofriam tributação desde 2004.Segundo o relator, Edinho Araújo (PMDB-SP), foi preciso incluir novas categorias para permitir que o texto avançasse no Congresso.

08 junho 2013

Cesta básica mais em conta

Os brasilienses pagaram menos pela compra de mês em maio deste ano. De acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a cesta básica ficou 2,04% mais barata no período em relação a abril e fechou em R$ 303,37. Esta é a primeira redução acima de 1% do ano. O conjunto é formado por 13 produtos considerados indispensáveis para a mesa do consumidor."É um número bastante expressivo. A queda foi registrada principalmente por conta de baixa nos preços da batata, do tomate e da carne. Os dois primeiros itens por questões sazonais, já que eles encareceram muito no período de chuvas, e o último porque em maio tivemos um mercado mais abastecido. As exportações caíram e sobrou mais para o mercado interno", explicou Clóvis Scherer, supervisor do escritório do Dieese no DF.

22 abril 2013

O feijão nosso de cada dia vai ficar mais caro

A refeição do dia a dia do brasileiro deverá continuar cara. Depois do aumento da salada puxada pela disparada do preço do tomate, será a vez do arroz com feijão pesar no orçamento do consumidor. É que, segundo o economista e sócio-diretor da Global Financial Advisor, Miguel Daoud, o tomate pode sair de cena na pressão inflacionário de hortaliças e verduras, mas o feijão tomará o lugar de vilão da inflação no grupo alimentar de grãos ao longo das próximas semanas. "A inflação de alimentos não vai dar sossego. O preço do feijão já está subindo", alertou Daoud.Segundo o especialista, o aumento de preço está ligado ao fato de o governo, via Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), não ter reunido condições para fazer preço mínimo (estocagem) no ano passado.

09 abril 2013

SSA tem cesta básica mais cara entre 18 capitais

Salvador teve a maior variação do preço da cesta básica em 2013 e a segunda maior nos últimos 12 meses, de acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 18 capitais do País. Entre janeiro e março deste ano, a variação verificada foi de 23,75%.A capital baiana registrou 32,63% de aumento no preço dos produtos básicos, de abril do ano passado até março deste ano, e quase obteve um empate técnico com Fortaleza, que registrou a maior alta do período, de 32,78%.A supervisora-técnica do Dieese, Ana Georgina Dias, acredita que a seca seja o principal motivo dessa elevação de preços. "Parte daquilo que é consumido em Salvador é produzido no próprio Estado", disse.